domingo, 24 de janeiro de 2010
Justiça me condena...
E tudo perde a razão e vira a insensatez mais perfeita, vira a ilusão mais feliz, de alguém que não se importa mais com as verdades, e sim com o momento. Chega de ser racional. Chega de ser moralista, humanista, .. chega! Eu quero o romance, o romantismo de uma época tola, porém feliz. Eu posso falar da dor, da maneira mais profunda e intensa. Mais é de amor que eu estou vivendo, é ele que me alimenta, me oxigena, me dá forças.. Ele me toma, e eu pertenço a esse amor. Felicidade plena essa angustia, que mata. É pura alegria essa saudade que queima, essa força que enfraquece, essa dor que me arrepia. Então eu quero ser eternamente infeliz, dessa ilusão plena, que arrancou os neuronios e me fez só poema. Só canção.
Pois no Rio tinha um lugar e uma lareira. E quando ele percebeu que, além do frio, chovia nas árvores, não pode acreditar que tanto lhe foi dado. O acordo do mundo com aquilo que ele nem seque sabia que precisava como numa fonte. Chovia, chovia. O fogo aceso pisca para ela e para o homem. Ele, o homem, se ocupa do que ela nem sequer lhe agradece: ele atiça o fogo na lareira, o que lhe é senão dever de nascimento. E ela - que é sempre inquieta, fazedora de coisas e experimentadora de curiosidades - pois ela nem se lembra sequer de atiçar o fogo: não é seu papel, pois se tem o seu homem para isso. Não sendo donzela, que o homem cumpra a sua missão. O mais que ela faz é instiga-lo: "aquela acha", diz-lhe, "aquela ainda não pegou". E ele, um instante antes que ela acabe a frase que o esclareceria, ele por ele mesmo já notara a acha, homem seu que é, e já está atiçando a acha. Não a comando seu, que é mulher de um homem e que perderia seu estado se lhe desse ordem. A outra mão dele, a livre, está ao alcançe dela. Ela sabe, e não a toma. Tem exatamente o que quer: PODE TER.
Ah, e dizer que isto não vai acabar, que por si só não pode durar. Não, ela não esta se referindo ao fogo, refere-se ao que sente. O que sente nunca dura, o que sente sempre acaba, e pode nunca mais voltar. Encarniça-se então sobre o momento, come-lhe o fogo, e o fogo doce arde, arde, flameja. Então, ela que sabe que tudo vai acabar, pega a mão livre do homem, e ao prendê-la nas suas, ela doce arde, arde flameja!
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Viva desse amor, olhe sempre para o céu e lembre-se que por sobre as nuvens existe um lindo céu.
ResponderExcluirTE AMO
Sempre contigo!
é bom viver do amor!!
ResponderExcluirmas é estranho ser feliz estando angustiado Oo
e ultimamente as minhas saudades não têm sido muito alegres! mas fico feliz porque as suas têm! É bom quando acontece! 'essa força que enfraquece' Oo é complexo! vc e suas frases complexas =p
e sua forma de ser feliz tbm é estranha!! ahuahuahau
já disse que vc é estranho?? ;PPP
e não entendi nada!!!
demorei, mas passei! ahauhauhauh
beeijo