"When I first saw you, I said "Oh my"
I said "oh my, that's a dream, that's my dream"Mas em um mundo dos pinguins, como um elefante poderia ser real? Em meio ao frio e pedaços de gelo tão delicados, como poderia acreditar que havia um caminho forte o suficiente em volta desse ambiente em que poderiam ser dar passos sem sucumbir.
Sua passagem jamais seria discreta, não percebida, por onde andasse, e ainda que eu pudesse destacar o que todos destacam, eu ali, de onde estava, lembro da primeira vez em que te vi. Você já tinha estado ali em outros dias e momentos, eu já tinha fitado sua sombra, mas naquele dia, eu te vi. Eu não entedia o que via, mas o que via me afetava, eu precisava ver de novo, eu precisava continuar vendo, eu precisava transpassar àquele olhar, eu senti, e ao sentir, e quase por causa da inocência de ser tão improvável que poderia se alcançar elefantes e não pinguins, eu fui me permitindo me aproximar e ter um mínimo de sua atenção. Em meio aos encontros uma forte nevasca separava os mundos, já parecia que elefantes e pinguins não poderia se encontrar, que o impossível não haveria brechas.
Mas então entendi por que Deus criou o firmamento, entendi por que o Céu une todos. O encontro improvável se daria pela pequena brecha que abriu em meio à tempestade, poder contemplar à mesma estrela, naquele exato momento foi o bastante para não esquecer para onde olhar todas às noites. Os olhares quinzenais, se tornaram semanais, até não passar um dia que fosse sem olhar para aquela estrela, e à pergunta do por quê não tentar o elefante, foi respondida pela primeira vez com um: E por que não?
Sua passagem jamais seria discreta, não percebida, por onde andasse, e ainda que eu pudesse destacar o que todos destacam, eu ali, de onde estava, lembro da primeira vez em que te vi. Você já tinha estado ali em outros dias e momentos, eu já tinha fitado sua sombra, mas naquele dia, eu te vi. Eu não entedia o que via, mas o que via me afetava, eu precisava ver de novo, eu precisava continuar vendo, eu precisava transpassar àquele olhar, eu senti, e ao sentir, e quase por causa da inocência de ser tão improvável que poderia se alcançar elefantes e não pinguins, eu fui me permitindo me aproximar e ter um mínimo de sua atenção. Em meio aos encontros uma forte nevasca separava os mundos, já parecia que elefantes e pinguins não poderia se encontrar, que o impossível não haveria brechas.
Mas então entendi por que Deus criou o firmamento, entendi por que o Céu une todos. O encontro improvável se daria pela pequena brecha que abriu em meio à tempestade, poder contemplar à mesma estrela, naquele exato momento foi o bastante para não esquecer para onde olhar todas às noites. Os olhares quinzenais, se tornaram semanais, até não passar um dia que fosse sem olhar para aquela estrela, e à pergunta do por quê não tentar o elefante, foi respondida pela primeira vez com um: E por que não?
Sempre fugimos para o lugar seguro, sempre escolhemos algo que nos dará algo em troca.
Mas que espécie de amor é esse que espera imediata correspondência? Se queremos fazer algo ou alguém feliz, só precisamos fazer esse algo ou esse alguém feliz. Tudo que perdi, foi por acreditar que pinguins era o bastante, e era absurdo arriscar uma bola por um elefante. Mas é minha última bola, não faz sentido arriscar em mais um pinguim, se é possível acertar o elefante.
Mas que espécie de amor é esse que espera imediata correspondência? Se queremos fazer algo ou alguém feliz, só precisamos fazer esse algo ou esse alguém feliz. Tudo que perdi, foi por acreditar que pinguins era o bastante, e era absurdo arriscar uma bola por um elefante. Mas é minha última bola, não faz sentido arriscar em mais um pinguim, se é possível acertar o elefante.
JR
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